
Escola do Guerreiro Iluminado
Projeto pioneiro que tem como base a criação de um grupo independente, para:
- I -
O estudo das Artes Marciais koryu ("escola antiga") e gendai ("escola moderna"), designadamente:
Tai Jutsu - Luta corpo a corpo. No Japão, é o termo dado ao sistema para combate e defesa pessoal, utilizado pelos guerreiros (Bushi), em situações específicas: ou quando não se poderia fazer uso de armas, ou quando não se dispunha imediatamente das mesmas. Na nossa escola, usamos a metodologia de treinos para Randori ou Kumite, sem competição.
Goshin Jutsu - Defesa Pessoal. Conjunto de técnicas de defesa pessoal, que se foca em situações modernas de perigo. Composto por diversas técnicas, aborda defesas contra ataques desarmados (socos, chutes, agarres) e armados (faca, bastão, pistola). Combina chaves de braço e golpes traumáticos, sendo um sistema realista de autodefesa.
Aiki No Jutsu - Focado em técnicas suaves e refinadas, tendo como objetivo a anulação imediata de um ataque utilizando a biomecânica, desequilíbrio e a força do oponente, com recurso a manipulação articular, projeções e/ou imobilizações para neutralizar o oponente com o mínimo esforço.
Kenjutsu - Combate com espadas, desenvolvido pelos samurais no Japão feudal. Focado em técnicas de corte, postura e estratégia de combate real, utiliza bokken (espada de madeira) ou Katana (espada japonesa) para treinos seguros, mantendo as tradições (koryu) de estratégias de batalha.
Kobudo - Manuseio de armas ancestrais. Frequentemente associado ao karatedo como o seu complemento armado. Tradicionalmente, utiliza instrumentos agrícolas improvisados, como o Bo (bastão), Sai (tridente), Tonfa, Kama (foice) e Nunchaku, focando na conexão mente-corpo.
criando um sistema abrangente e prático para proteção pessoal.
- II -
Enfatizar não apenas a força física e a habilidade técnica, mas também a clareza mental, a disciplina e a consciência situacional.
- III -
A promoção da prática desportiva, sem competição associada.
- IV -
Assegurar a independência em relação a qualquer estrutura associativa/federativa nacional e/ou internacional.
- V -
Conceder aos integrantes deste grupo de praticantes, a liberdade de frequentarem várias acções de formação marcial, de outras escolas/estilos de modo a contribuirem para o aumento de conhecimentos dos demais.
- VI -
Promover a componente cultural - hábitos e costumes do Japão: Literatura; Bonsai; Caligrafia; Ikebana; etc.
